A Luz dos Planetas

Vida fora da Terra… Vida fora da Mãe Gaia?

A Humanidade à anos que especula sobre a possibilidade de Planetas com condições para sustentar a vida à base de Carbono, ou mesmo sustentar vida simplesmente para além da nossa. A NASA passou tempos a tentar descobrir métodos para identificar tais planetas, anos para aperfeiçoar modos para que tal fosse possível. Um destes modos tem como alicerce cientifico a luz emitida, pelos planetas. Através desta Luz é possível qualificar a atmosfera de planetas, é possível afirmar se esta é constituída por Oxigénio, Azoto e se contem ou não água.

Alguns obstáculos  foram derrubados, um deles a dificuldade de isolar a luz deste tão distantes e perdidos na imensidão da luz irradiada pelas Estrelas que estes orbitam. Técnicas promissoras como “Terrestrial Planet Finder” para os amigos, TPF. Que possibilita identificar exoplanetas com características terráqueas e retirar imagens que possibilitam uma primeira “imagem” destes poços de esperança… Existem já projectos para uma técnica um pouco mais rudimentar ser implementada no próximo lançamento de algo espacial, mas como sempre que está envolvido muito dinheiro e influências tudo fica dependente da decisão de umas quantas pessoas que desconhecem a importância e consequência na Humanidade deste tipo de ciência nos confins do conhecimento.

A administração de Bush propôs voltarmos aos anos 60 e lançar novamente Homens para a Lua e mais tardiamente para Marte, mas negligenciou outras perspectivas, mais amplas, revolucionárias e marcantes ideias ou conceitos foram simplesmente atirados para a caixa da sombra onde vão ficar a repousar como mortos. Eu pergunto durante quanto tempo vamos deixar que Administrações decidam o rumo do Sapiens como se para isso fossem adequados e inteligentes? Quanto tempo terá o simples Sapiens de se deixar conduzir pelos Leigos em ciência que nos impedem de revolucionar a Mente e o Espírito com o saber da nova Vida, uma diferente e revolucionária Existência para além da nossa, a nossa tão “valorizada” e desperdiçada como se de única se trata-se?

Quanto tempo? Será que temos Tempo?

Lázaro Huginn

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