“Estranho Amar”

Tua face brilha rodando num ciclo de ardor todas as noites sobre esta ilha, Ilha de dor e amor. Dor, eles dizem ser do meu pensamento nesta aula cíclica em que a solidão, reclama dizendo:

“Estou presente”. Esta brilhante lua persiste na mente completamente presa na paixão, paixão alunar do estranho amar que me rodeia calorosamente num ciclo frio de congelar que a tua lua faz aguentar tuas marés fazem a vida no mar florescer continuamente a crescer (e a mingar) desaparecendo na escuridão das estrelas

Tua paixão e alegria eu queria pois encheria a minha vida com o teu luar, querida paixão alunar do estranho amar que me rodeia calorosamente num ciclo bom de conversar que a tua lua faz aguentar. Teu crescente minguante me faz amar sem querer contar com tremendo medo de nunca tua mão agarrar. Teu cavaleiro andante não penso ser mas podíamos orbitar a explosiva felicidade de um sol amar. Paixão alunar do estranho amar que me rodeia calorosamente num ciclo frio de congelar que a tua lua faz aguentar.

Na escuridão apareces para me iluminar continuamente a reflectir (e a mostrar) tua bela face cheia de suavidade,  a outra preenchida de obscuridade atraindo-me constantemente com o teu sorriso como um par de corpos celestes movendo-se pelo espaço reconhecendo-se entre o maço como os amantes imortais.

Manuel Vela
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