Colisão de Corpos

À velocidade que me mexo, arrisco -me a chocar com um outro objecto neste espaço.

Rápido me desloco nesta física de Newton, e com a velocidade da vida a predominar na minha aceleração o meu corpo vai chocar numa colisão entre corpos e objectos.

Alguns pequenos projectéis vão ser lançados do local do choque, espero que alguns alcancem a civilização mas não causem estragos de mais… Pois, por este contínuo movimento, não devo evitar a colisão que se avizinha, as leis e fórmulas nem conseguem antever com que massa ou inércia pode mais certamente a colisão tomar lugar. Nem mesmo lugar ou posição orbital é possível estipular como local para o choque.

A massa talvez se torne  um pouco amorfa depois da colisão, fundindo parte de ambos os corpo na mais bela sinfonia vibracional de massa e energia. A transferência e junção dos dois corpos com plasticidade e moldáveis até ao ponto de se poderem ( já juntos) separar por uma escala de tempo, para possivelmente voltarem a colidir na formação de uma radiante e bela estrela no céu de todos vocês. Tanta energia condensada a embater sem ferir o oposto corpo, com uma força e reacção oposta ao que se aproxima deste… Para cada acção existe um oposta e igual reacção…

Deixem os corpos colidir, reduzam o atrito e permitam a cada corpo se mover para o seu estado de mais estável energia. Sim, com entropia elevada de que seria a vida sem a sua persistente  fuga ao equilíbrio… Entropia e energia condensada como que no início de um novo universo, o universo dos dois corpos…

Lázaro, Vela e Ernesto...
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