mixologia

Bebe a vida, a infusão de vida, o cocktail de emoção, com uma colher, com pára-sol ou um cubo de gelo ou uma pitada de benevolência, sal, açúcar ou agridoce… sem qualquer decadência lida com o amor com aceitação, o seu bombear, o seu bater com compreensão… em relação qualquer acção deve ser tomada, dirigida com temperamento de benevolente , de altruísmo, preparado a fogo de emoção a graus de compaixão e mesmo chegando a temperaturas de fervura. Toda a infusão do pessoal com impessoal nada banal somente a fusão de seres em água em banho, banho-maria, sem ferver ou derreter, som suave consistência decência de chef… que ama  a carne tal como uma boa receita, um preparação aromatizada cuidada e meticulosa em chamas atenciosas que não queimam nem esturricam tal comida, mas que com gelo refrescam a escaldante amora, a moradia de amoreiras que dão, que compõem e dão compota com um doce tom de açúcar. Uma mixologia de cores, de dores, de amores, um copo de emoção contendo sempre álcool, contendo sempre uma fatia de fruta benévola com licor de carinho mexido, não agitado, com meiguice em recipiente de ternura, não dura mas refresca. É esse o motivo do gelo, não frio mas suavidade de frescura para que nada queime nem arda, nada arda para alem do picante, das malaguetas de desejo quando demandadas. Esta mistura de tudo, de bondade mas acima de tudo, e nem sempre permanece em cima, pois no copo, na mistura de cocktail ela desce por entre as cores, a benevolente, brando na interacção na mistura, ou dissolução ou dissoluto… que não existe sem primeiro haver agitação … sobe o leito de carnudo, todo este líquido de prazer em que se deitam, se deleitam com agridoce afável em arco-íris de bonomia com textura suave, macia em vista de via, em toque de ia, em abraço de amasso, com polpa de beijo com polpa de brandura, em doçura com mais que benevolência recheada com clemência… em fruta ou sumo, compota ou batido…

Egasjörg

 

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